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Vampiros: algumas faces do monstro em narrativas brasileiras (Maurício Cesar Menon)

original“O vampiro, ao que tudo indica, configura-se como um ser atemporal, seja ocupando as crenças de determinadas sociedades, seja apresentando-se como personagem na literatura, na TV, no cinema, nos quadrinhos, nos jogos etc. Da sua concepção arcaica até as modernas figurações, ele sofreu (e ainda sofre) inúmeras metamorfoses; cada cultura apresenta-o sob formatos diferentes, afirmando ou negando valores de épocas distintas, reinterpretando o mito de diversas formas. Neste trabalho, analisam-se algumas incursões do vampiro pela literatura brasileira, mais precisamente entre 1849 (ano da publicação de Otávio e Branca ou a Maldição Materna – de João Cardoso de Menezes e Souza) e 1908 (ano da publicação de Esfinge – de Coelho Neto). Procura-se, com isso, evidenciar quais foram as faces que a literatura brasileira emprestou a esse mito e perceber se a sua presença em território nacional, de meados do século XIX ao alvorecer do século XX, firmou-se ou se apenas constituiu algo passageiro.”

Leia aqui o ensaio completo.

(*) Esse ensaio foi publicado originalmente no Anuário de Literatura (UFSC), v. 2, n.2 (2011). Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.


O Diabo como manifestação do fantástico no conto “O jovem Goodman Brown” (Fabianna S. B. Carneiro)

“Através deste trabalho faremos um recorte no conto ‘O jovem Goodman Brown’8291981_orig(1835), do autor Nathaniel Hawthorne, que nos possibilita uma leitura não só do medo em relação à figura demoníaca, bem como outras leituras envolvendo a presença do fantástico, além de questões sociais e emocionais que abarcam o homem puritano norte-americano temente à sua religião. Não se trata de um trabalho conclusivo, mas sim analítico, portanto a metodologia se sustenta em pesquisa bibliográfica e tem como suporte teórico textos de autores como Robert Muchembled, Remo Ceserani, Edmund Leites, Jean Delumeau, Alberto Cousté, além de outros que serão devidamente citados ao longo do artigo.”

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