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Às margens da cristandade: o imaginário macabro medieval (Juliana Schmitt)

Resultado de imagem para ilustrações macabras medievais“Fruto das intensas transformações sociais ocorridas ao fim da Idade Média, o imaginário macabro se desenvolveu como consequência das novas maneiras de se perceber a morte e o cadáver. Suas manifestações literárias e imagéticas, tais como “O encontro dos três mortos com os três vivos”, as “Danças Macabras”, os “Ars Moriendi”, os “Triunfos da Morte”, entre outras, concebidas como produções populares e anônimas, surgiram fora do discurso oficial da Igreja, ainda que tenham sido adotadas por ela como exempla. Nesse artigo, analisamos suas características e contribuições ao estudo acerca do entendimento da morte pelo homem medieval.”

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(*)Esse ensaio foi publicado originalmente no Caderno de Estudos Culturais da UFMS, v. 8, n. 16. Republicamos aqui, com autorização da própria autora, com fins puramente acadêmicos.


A monstruosidade de Ângela: As macabras personagens femininas de Álvares de Azevedo (Karla Menezes Lopes Niels)

Jacek Malczewski Medusa Meduza“Cenas, personagens e descrições repugnantes, que giram em torno da morte e do macabro, estão presentes em algumas das obras de Manuel Antônio Álvares de Azevedo. Nessas obras, Álvares de Azevedo constrói personagens, como a Ângela de “Bertram”, que destacam um lado macabro da mulher e proporcionam um prazer estético peculiar. Mostramos, neste artigo, como através de algumas de suas personagens, o autor tematiza vários tabus: o assassinato, o suicídio, o infanticídio, a traição, o incesto e o fratricídio e, assim, marca a presença do macabro em sua literatura. Refletindo sobre o efeito estético causado pelas descrições e pelas ações dessas personagens, e tomando por base os conceitos de terror, horror e repulsa postulados por Stephen King, o trabalho propõe analisar as personagens femininas nas obras O Conde Lopo, Macário e Noite na Taverna, narrativas de três diferentes gêneros que se aproximam não só pela temática, mas também pela construção dos seus personagens.”

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