Arquivo da tag: Julio França

REDISCO – Literatura de Horror e Corpo

REDISCO – Revista Eletrônica de Estudos do Discurso e do Corpo, com periodicidade de publicação semestral, é uma revista do Laboratório de Estudos do Discurso e do Corpo da UESB, campus de Vitória da Conquista. O seu objetivo principal é colocar em circulação a discussão e problematização dos estudos discursivos e dos estudos sobre o corpo enquanto objeto de discurso.

Nessa edição, a revista teve a organização de Nilton Milanez (UESB) e Marisa Martins Gama-Khalil (UFU), e foi dedicada às relações entre corpo e literatura de horror. Alexander Meireles da Silva, David Roas, Julio França e Karin Volobuef foram alguns dos pesquisadores da literatura do medo que contribuíram com ensaios.

Leia a revista


Monstros reais, monstros insólitos: aspectos da Literatura do Medo em Bernardo Guimarães (Julio França)

tumblr_mowztvqukl1s0tsu6o1_500“O ensaio descreve aspectos da ‘literatura do medo’ no Brasil, com especial atenção para os processos de construção dos personagens monstruosos. Para tanto, propomos leituras de duas obras de Bernardo Guimarães, “A dança dos ossos” e A Ilha Maldita e, a fim de demonstrar algumas características da estética do medo na narrativa ficcional brasileira do século XIX.”

Leia o ensaio completo


Lançamento do livro “Vertentes teóricas e ficcionais do insólito”

No dia 20 de setembro, entre as 19h e 21h30min, na loja da Livraria Cultura do Shopping São Conrado Fashion Mall, será lançado o livro “Vertentes teóricas e ficcionais do insólito”, organizado por Flávio Garcia e Maria Cristina Batalha.

Entre os autores, há colaboradores de nosso blog, como Alexander Meireles da Silva e Camila Mello, além de um ensaio de Júlio França, do Grupo de Pesquisa o Medo como Prazer Estético.

Esperamos por vocês!


Simpósio “O medo como prazer estético: os mecanismos do Horror e do Insólito em Narrativas Fantásticas”

Nos dias 4 a 6 de junho próximos, no âmbito do I Congresso Internacional
 Vertentes do Insólito Ficcional, ocorrerá a terceira edição do Simpósio “O medo como prazer estético: os mecanismos do Horror e do Insólito em Narrativas Fantásticas”, no Instituto de Letras da UERJ, coordenado pelo prof. Julio França, em parceria com o prof. Alexander Meireles da Silva (UFG).

Para inscrever seu trabalho, preencha a ficha e envie para o e-mail do prof. Julio França (julfranca@gmail.com), até o dia 26 de abril. O número de participantes é limitado.

Para outras informações, acesse o site do SEPEL (http://www.sepel.uerj.br/eventos.html).

Ficha de inscrição


As relações entre “Monstruosidade” e “Medo Estético”: anotações para uma ontologia dos monstros na narrativa ficcional brasileira (Julio França)

“A partir dos conceitos de monstruosidade desenvolvidos por Noël Carroll e Jeffrey Jerome Cohen, o presente trabalho procurará refletir, no âmbito da Literatura Brasileira, sobre o medo artístico, uma peculiar emoção estética produzida por criações ficcionais. Nosso objetivo específico será o de refletir sobre as relações entre __monstrosity___concept_art___broken_reality_by_zaetak-d4gyszz‘Medo Artístico’ e ‘Monstruosidade’ no que chamamos, em caráter provisório, de literatura do medo no Brasil, analisando os diversos modos de produção desse efeito estético, através das representações dos ‘monstros’ em nossa literatura. O trabalho a ser apresentado é parte de uma pesquisa em curso que procura entender as peculiaridades das manifestações do medo em nossa literatura, a fim de estabelecer as condições para a elaboração de uma teoria do horror na narrativa ficcional brasileira.”

Leia o ensaio completo


Prefácio a uma teoria do “medo artístico” na literatura brasileira (Julio França)

“[…] A que conjecturas nos levaram essas supostas observações empíricas? A primeira hipótese foi a de que, de fato, a julgar por nossa historiografia literária, não haveria, na literatura brasileira, nada que pudesse ser chamado de narrativa de horror após Noite na Taverna. Para contestar tal hipótese, adotamos um procedimento metodológico simples. Buscamos antologias nacionais de obras que mencionassem em seus títulos termos como narrativas ‘de horror’, ‘de terror’, ‘macabras’, ‘crueis’, ‘violentas’ e, o que se revelou um acerto metofear_of_the_darkdodógico fundamental, ‘fantásticas’, pois, na tradição crítica brasileira, o que chamamos de literatura do medo sempre foi pensada intimamente relacionada ao gênero fantástico. […] Tal conclusão nos levava a uma segunda hipótese: a de que haveria sim, no âmbito da literatura brasileira, uma produção que poderia ser chamada de literatura do medo, à margem da crítica e da historiografia acadêmica, ‘neutralizada’ pela ausência de uma recepção formal que houvesse se preocupado em torná-la observável. Como se explicaria a razão desse ‘sequestro’ da literatura do medo no Brasil? Creio não haver uma resposta simples a essa questão, mas um complexo de causas e fatores a serem considerados. […]”

Leia o ensaio completo


Terror, Horror e Repulsa: Stephen King e o cálculo da recepção (Julio França)

“[…] creio que se possa dizer que as respostas do escritor americano às duas perguntas passam pela compreensão do próprio título do livro: “Danse macabre” é uma referência implícita a uma alegoria da baixa Idade Média que simboliza a universalidade da morte: independentemente do estrato social – reis, belos, papas, jovens – a morte une e iguala a todos. O misté

rio da morte, seu caráter tão inexorável quanto insondável, é a mola mestra da narrativa de horror. Sobre essa região da experiência humana, a ciência, o discurso da verdade demonstrada, pouco tem a dizer. Nos desvãos entre a fé religiosa e o conhecimento científico, a narrativa de horror encontra seu hábitat ideal. […]”

Leia o ensaio completo