Arquivo da tag: Horror

A morfologia do Horror – construção e percepção na obra lovecraftiana (Alcebíades Diniz Miguel)

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“O horror ficcional é uma das constantes na produção cultural do século XX, como um reflexo que acompanha o horror político. Esse horror culturalmente produzido, que é estético, podemos vislumbrar em vasta produção da indústria cultural – que cobre as mais diversas mídias e formas de representação –, tendo seu momento inicial na ficção fantástica dos séculos XVIII-XIX. Na década de 1920-30, o escritor norte-americano Howard Phillips Lovecraft retomaria essa tradição do fantástico, acrescentando novos significados, formas, usos e estratégias. Neste trabalho, nossa meta foi realizar um panorama da ficção de horror abordando analiticamente elementos das narrativas de seu criador, H. P. Lovecraft.”

Leia a dissertação completa aqui.

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Imagens do medo: o horror no cinema e na televisão (Michel Goulart da Silva)

Resultado de imagem para cinema de horror ilustração“Possivelmente a primeira lembrança quando nos referimos ao cinema de horror é o cinema expressionista alemão. O medo e o sobrenatural estavam presentes antes disso, como em uma das primeiras adaptações de Frankenstein (1910), no filme estudante de praga (1913) […]. Contudo, parece que é na Alemanha que o horror começa a ganhar forma, em grande medida por conta da incorporação da estética expressionista ao cinema. Tendo como um de deus marcos iniciais o filme O gabinete do Dr. Caligari (1919), o expressionismo é “uma corrente que buscava expressar, por meio de distorções, as impressões que o mundo exterior provocava no artista” (SILVA, 2009, p. 56). São características desse cinema “o referencial fantástico, a deformação expressiva, o isolamento, a monstruosidade e a maldade como personagem e herói” (SILVA, 2009, p. 56).”

Leia o ensaio completo aqui.

(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na Revista Acadêmica Todas as Musas, n. 02.  Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.

 


Diálogo entre H.P. Lovecraft e Arthur Machen: uma análise comparativa de The Dunwich Horror e The Great God Pan (Shirley de Souza Gomes Carreira)

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“Em seu ensaio sobre o horror sobrenatural na literatura, H. P. Lovecraft dedica parte de um capítulo à obra de Arthut Machen, por quem nutria admiração e a quem atribuía a capacidade de elaborar um “êxtase do medo” inalcançável aos outros escritores do gênero. The Great God Pan, primeira e mais conhecida obra de Machen, foi publicada no ano em que Lovecraft nasceu e este a menciona mais de uma vez em seus escritos, admitindo publicamente que ela o havia inspirado na escrita de alguns dos seus textos. Este trabalho propõe a análise do conto “The Dunwich Horror“, de Lovecraft, e da novela The Great God Pan, de Machen, a fim de verificar os pontos de convergência entre as obras.”

Leia o ensaio completo aqui.

(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na Revista Abusões, n.4. Republicamos aqui, com autorização da própria autora, com fins puramente acadêmicos.


Um oásis de horror: o grotesco em Romance negro e outras histórias, de Rubem Fonseca (Luís Otávio Hott)

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“O presente estudo tem como objetivo analisar as estratégias narrativas que viabilizam a representação de diferentes aspectos do grotesco na obra Romance negro e outras histórias, de Rubem Fonseca, propondo a consideração do grotesco como gênero discursivo, estética literária, atitude e prática cultural, operando a partir de duas vias principais: o grotesco como representação estética predominante na contemporaneidade e o grotesco como forma de transgressão dos códigos sociais vigentes na sociedade capitalista moderna.”

 

Leia a dissertação completa aqui.


Escritas do medo: horror e sobrenatural na literatura (Michel Goulart da Silva)

Resultado de imagem para fear illustration dark“Este dossiê reúne um conjunto de textos que apresentam, a partir de perspectivas bastante diversas, reflexões das mais variadas acerca do horror e do sobrenatural na literatura. A literatura de horror se baseia fundamentalmente na construção do medo, ou melhor, na narrativa de acontecimentos que provocam medo no leitor. O medo, “inerente à nossa natureza, é uma defesa essencial, uma garantia contra os perigos, um reflexo indispensável que permite ao organismo escapar provisoriamente à morte” (DELUMEAU, 1993, p. 19). Na construção das narrativas, o medo é “uma emoção-choque, frequentemente precedida de surpresa, provocada pela tomada de consciência de um perigo presente e urgente que ameaça, cremos nós, nossa conservação” (DELUMEAU, 1993, p. 23).”

Leia o ensaio completo aqui.

(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na Revista Acadêmica Todas as Musas, n.1 (2017). Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.


O horror ameno: contos de Machado de Assis no Jornal das Famílias (Lainister de Oliveira Esteves)

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“O objetivo do artigo é analisar os contos de horror escritos por Machado de Assis no Jornal das Famílias. Publicados entre seções de dicas de economia doméstica e sugestões de decoração, esses contos trazem para as práticas cotidianas de leitura o universo do pecado, do crime e do sobrenatural sem abrir mão da proposta de literatura amena.”

Leia o ensaio completo aqui.

(*)Esse ensaio foi publicado originalmnte na Revista Acadêmica Todas as Musas, n.1. Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.

 


A influência de Edgar Allan Poe na escrita de H.P. Lovecraft: o narrador lovecraftiano e o narrador de Poe (Daniel Iturvides Dutra)

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“O presente artigo visa analisar como Edgar Allan Poe foi uma influência importante no desenvolvimento do estilo literário de H.P. Lovecraft. Discutiremos como Lovecraft se apropriou dos recursos narrativos de Poe e os reinventou a sua maneira, criando assim sua própria forma de narrar. Para tanto, faremos uma análise comparativa de contos de Poe e de Lovecraft para compreender como se deu a influência.”

Leia o ensaio completo aqui.

 

(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na Revista Acadêmica Todas as Musas, n.1 (2017). Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.