Arquivo da tag: Horror

O horror ameno: contos de Machado de Assis no Jornal das Famílias (Lainister de Oliveira Esteves)

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“O objetivo do artigo é analisar os contos de horror escritos por Machado de Assis no Jornal das Famílias. Publicados entre seções de dicas de economia doméstica e sugestões de decoração, esses contos trazem para as práticas cotidianas de leitura o universo do pecado, do crime e do sobrenatural sem abrir mão da proposta de literatura amena.”

Leia o ensaio completo aqui.

(*)Esse ensaio foi publicado originalmnte na Revista Acadêmica Todas as Musas, n.1. Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.

 

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A influência de Edgar Allan Poe na escrita de H.P. Lovecraft: o narrador lovecraftiano e o narrador de Poe (Daniel Iturvides Dutra)

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“O presente artigo visa analisar como Edgar Allan Poe foi uma influência importante no desenvolvimento do estilo literário de H.P. Lovecraft. Discutiremos como Lovecraft se apropriou dos recursos narrativos de Poe e os reinventou a sua maneira, criando assim sua própria forma de narrar. Para tanto, faremos uma análise comparativa de contos de Poe e de Lovecraft para compreender como se deu a influência.”

Leia o ensaio completo aqui.

 

(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na Revista Acadêmica Todas as Musas, n.1 (2017). Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.


Algumas imagens do Catolicismo nos contos de H.P. Lovecraft (Alfredo Cruz)

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“Partindo da leitura de três contos de H. P. Lovecraft – “Ar frio” (1926/1928), “Sonhos na Casa da Bruxa” (1932/1933) e “O assombro nas trevas” (1935/1936) – procurou-se tecer algumas considerações a respeito da representação do catolicismo na obra ficcional deste autor. Concluiu-se que a marca desta é, antes do mais, uma interessante ambiguidade.”

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(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na Revista Abusões, n. 4, v.4.. Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.


Do casarão ao cemitério: o espaço e o horror em contos sertanistas de Monteiro Lobato (Bruno Silva de Oliveira)

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“O espaço é um elemento diegético que evidencia a face sobrenatural da narrativa para o leitor, possibilitando que aflore por meio dele sentimentos variados como estranhamento, empatia e medo. Neste artigo procura-se refletir sobre a relação sertão e horror, por meio dos contos “Bugio Moqueado” e “Bocatorta”, de Monteiro Lobato, em que sertão é retratado como uma região fronteiriça, um espaço de transição, para verificar como espaço permite que o medo aflore no leitor.”

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(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na Revista Acadêmica Todas as Musas, n.1. Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.


As minorias em evidência: o papel do outro no horror lovecraftiano (Bruno da Silva Soares)

Resultado de imagem para cthulhu“Referência icônica do horror e de gêneros variantes, Lovecraft pode ser revisitado na contemporaneidade pelos estudos das novas perspectivas antropológicas quanto à ideia de Nação e Cultura o que, neste estudo sobre O chamado de Cthulhu, permite fazer uma avaliação crítica quanto ao papel das minorias étnico-raciais e sua representação, de modo a relaciona-las à condição alienante do outro freudiano.”

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(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na Revista Acadêmica Todas as Musas, n.1 (2017). Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.


O papel do leitor no horror lovecraftiano: extrapolação e subversão em “The Innsmouth Heritage” (1992) de Brian Stableford (Daniel Iturvides Dutra)

Resultado de imagem para the innsmouth heritage“O presente artigo visa analisar o universo literário de H.P. Lovecraft, conhecido como Mitos Chtulhu, sob a perspectiva do papel do leitor na produção de sentido do texto. Analisaremos, num primeiro momento, a releitura que Brian Stableford fez, em seu conto “The Innsmouth Heritage” (1992), da obra de H.P. Lovecraft. Num segundo momento discutiremos o papel do leitor, e como o conhecimento deste acerca dos Mitos Cthulhu, mais especificamente sobre a novela A Sombra em Innsmouth (1936) de H.P. Lovecraft, influencia a interpretação de “The Innsmouth Heritage” (1992). Para tanto utilizaremos a teoria do leitor-modelo de Umberto Eco, combinada com o trabalho de Tzevan Todorov sobre o “estranho” e “o fantástico”, para demonstrar que “The Innsmouth Heritage” pode ser lido tanto como um texto fantástico ou estranho, dependendo do quanto o leitor está familiarizado com a obra de H.P. Lovecraft.”

(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na Revista Abusões, n. 4, v.4.. Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.


The Innsmouth Heritage (Brian Stableford)

3640“A diferença entre o roubo literário e o empréstimo literário é semelhante à da mutação benéfica e injusta, sendo a relação observada não diferente daquela relacionada à mutação biológica (…). Os processos mutacionais aos quais as ideias recicladas são rotineiramente sujeitas são muitos e variados, mas é fácil identificar algumas categorias gerais, sendo as mais importantes a extrapolação, inversão, perversão e subversão.”

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