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A categoria estética do grotesco e as poéticas realistas: uma leitura de “Violação”, de Rodolfo Teófilo (Júlio França)

Resultado de imagem para violação rodolfo teófilo“O objetivo deste artigo é demonstrar como as poéticas realistas da literatura são tributárias de procedimentos estéticos característicos do que se convencionou chamar de arte grotesca. Para ilustrar essa hipótese, tomamos uma narrativa do Naturalismo oitocentista brasileiro, Violação (1898), do escritor cearense Rodolfo Teófilo. Antes, porém, propomos uma descrição do conceito de grotesco com o qual trabalhamos, a partir das contribuições de Victor Hugo (2009), Wolfgang Kayser (2002), Mikhail Bakhtin (2010) e Geoffrey Galt Harpham (2006).”

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(*) Esse ensaio foi publicado originalmente em Figurações do real: literatura brasileira em foco, Relicário Edições (2017). Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.

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O Grotesco: um corpo estranho na literatura do medo no Brasil (Raphael Camara)

“O ensaio visa refletir sobre a categoria estética do Grotesco e suas implicações na literatura dthe_grotesque_by_muirin007-d3c48jdo medo brasileira, a partir dos estudos de Wolfgang Kayser, Mikhail Bakhtin e Geoffrey Galt Harpham. Meu objetivo específico é pensar, em caráter inicial, sobre as relações que podem ser estabelecidas entre essa categoria estética e a literatura do medo no Brasil, analisando assim os diversos modos de produção do efeito grotesco, causado especialmente por personagens monstruosas. Como corpus de análise, serão utilizadas narrativas brasileiras, publicadas entre o fim do século XIX e início do século XX, dos autores Inglês de Sousa, João do Rio e Monteiro Lobato.”

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Prefácio de “Contos do Grotesco e Arabesco” (Edgar Allan Poe)

40“Ver-se-á que os termos “grotesco” e “arabesco” indicam com bastante precisão o teor dominante dos contos aqui publicados. Mas, se durante dois ou três anos escrevi 25 histórias curtas cujo caráter geral pode ser definido com tanta brevidade, não é justo – ou, em todo caso, não é verdadeiro – inferir daí que alimento um especial ou enorme gosto ou propensão por esse tipo de texto. (…)”

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