Arquivo da tag: Arthur Machen

A insólita presença da personagem sem voz em “O Grande Deus Pã”, de Arthur Machen (Shirley de Souza Gomes Carreira)

Resultado de imagem para the great god pan“Na obra do escritor galês Arthur Machen, essa dualidade assume características próprias, uma vez que mistura as vertentes da literatura de horror a descobertas científicas e à consequente inquietação que produziram na sociedade vitoriana. Seu envolvimento com o ocultismo levou-o a distanciar-se do modelo gótico e a incorporar em seus textos a crença mística de que o mundo ordinário oculta outro mundo, cujo desvelamento pode levar à loucura e à morte. Em O grande deus Pã, cuja primeira versão foi publicada no periódico The Whirlwind, em 1890, Raymond, um cientista especialista em fisiologia cerebral e praticante de medicina transcendental, opera o cérebro de uma jovem, Mary, reorganizando partes do mesmo, de modo que ela possa encontrar “O grande deus Pã”, metáfora do conhecimento absoluto.”

Leia o ensaio completo aqui.

(*) Esse ensaio foi publicado originalmente nos anais do III Congresso Internacional Vertentes do Insólito Ficcional (SEPEL 2016). Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.

 


Diálogo entre H.P. Lovecraft e Arthur Machen: uma análise comparativa de The Dunwich Horror e The Great God Pan (Shirley de Souza Gomes Carreira)

Resultado de imagem para dunwich horror
“Em seu ensaio sobre o horror sobrenatural na literatura, H. P. Lovecraft dedica parte de um capítulo à obra de Arthut Machen, por quem nutria admiração e a quem atribuía a capacidade de elaborar um “êxtase do medo” inalcançável aos outros escritores do gênero. The Great God Pan, primeira e mais conhecida obra de Machen, foi publicada no ano em que Lovecraft nasceu e este a menciona mais de uma vez em seus escritos, admitindo publicamente que ela o havia inspirado na escrita de alguns dos seus textos. Este trabalho propõe a análise do conto “The Dunwich Horror“, de Lovecraft, e da novela The Great God Pan, de Machen, a fim de verificar os pontos de convergência entre as obras.”

Leia o ensaio completo aqui.

(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na Revista Abusões, n.4. Republicamos aqui, com autorização da própria autora, com fins puramente acadêmicos.