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A figura do vampiro em obras de escritoras do final do século XX (Fernanda Sousa Carvalho)

“Vampiros sempre foram usados na literatura como símbolos da transgressão de normas e da subversão de papéis sociais, inclusive daqueles relacionados às questões de sexualidade, gênero e raça. Em consonância com teorias que postulam que essas questões estão interrelacionadas na construção de identidades, este trabalho demonstra como obras de escritoras do final do século XX as discutem explorando o potencial de representação de alteridade do vampirismo. Para tanto, são analisados aqui o conto ‘The Lady of the House of Love’, de Angela Carter, e os romances The Queen of the Damned, de Anne Rice, e The Gilda Stories, de Jewelle Gomez.”

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The Lady of the house of love (Angela Carter)

“[Lady Nosferatu] herself is a haunted house. She does not possess herself; her ancestors sometimes come and peer out of the windows of her eyes and that is very frightening. She has the mysterious solit320-xgwzyx24oz8qabo2zahehbi7zjucox_500ude of ambiguous states; she hovers in a noman’s land between life and death, sleeping and waking, behind the hedge of spiked flowers, Nosferatu’s sanguinary rosebud. The beastly forebears on the walls condemn her to a perpetual repetition of their passions.”

Leia aqui o conto completo, em inglês


De Charles Perrault a Angela Carter: uma releitura da personagem Chapeuzinho Vermelho no conto “A Companhia dos Lobos” (Fabianna Simão Bellizzi Carneiro e Alexander Meireles da Silva)

“Este trabalho fará um recorte no conto ‘A companhia dos lobos’ da escritora inglesa Angela Carter, tendo como suporte teórico textos de autores que pontuaram relevantes análises críticas a respeito da inserção feminina em vários campos da sociedade contemporânea. Daí que temas como gênero, identidade, feminismo e comparativismo serão de fundamental importância para este trabalho, que se pretende analítico e não conclusivo. Portanto, teremos alcançado nossos objetivos na medida em que conseguirmos problematizar a questão feminina não somente pelo viés da escrita das mulheres, mas imbricada a outros temas que são de fundamental importância para pensarmos a condição feminina pós-moderna.”

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