Arquivo da categoria: Ficção

A Sombra de Innsmouth (H. P. Lovecraft)

22164702“Na narrativa de A Sombra de Innsmouth, uma raça de seres submarinos conhecidos como “Os Abissais” há muito tempo emergiu da superfície para procriar com os habitantes da pequena cidade portuária de Innsmouth – parte de um acordo que prometia riqueza aos habitantes – gerando assim uma raça de seres metade humana e metade anfíbia. A raça híbrida de Innsmouth é imortal e, durante a juventude, possuem uma aparência humana, vivendo normalmente na superfície. Porém, à medida que envelhecem, a raça híbrida aos poucos perde seus traços humanos e adquire traços cada vez mais anfíbios, e, por fim, se juntam aos “Os Abissais” no fundo do oceano. O protagonista, que narra em primeira pessoa, descobre a verdade sobre Innsmouth e alerta o governo norte-americano, o que culmina num ataque destrutivo a cidade por parte da Marinha dos Estados Unidos.”

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The Innsmouth Heritage (Brian Stableford)

3640“A diferença entre o roubo literário e o empréstimo literário é semelhante à da mutação benéfica e injusta, sendo a relação observada não diferente daquela relacionada à mutação biológica (…). Os processos mutacionais aos quais as ideias recicladas são rotineiramente sujeitas são muitos e variados, mas é fácil identificar algumas categorias gerais, sendo as mais importantes a extrapolação, inversão, perversão e subversão.”

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O Cobrador (Rubem Fonseca)

“Saquei o 38 e atirei no pára-brisas […] O sujeito estava deitado com a cabeça para trás, a cara e o peito cobertos por milhares de pequeninos estilhaços de vidor. Sangrava muito de um ferimento feio no pescoço e a roupa branca dele já estava toda vermelha. […] você vai morrer, ô cara, quer que eu te dê um tiro de misericórdia?”

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O Corvo (Edgar Allan Poe)

640c2f1f4dec55721a333a1b3304cd67“Ave ou demônio que negrejas!

Profeta, ou o que quer que sejas!

Cessa, ai, cessa! clamei, levantando-me, cessa!

Regressa ao temporal, regressa

À tua noite, deixa-me comigo.

Vai-te, não fique no meu casto abrigo

Pluma que lembre essa mentira tua.

Tira-me ao peito essas fatais

Garras que abrindo vão a minha dor já crua.

E o corvo disse: ‘Nunca mais’.”

Leia aqui o poema completo, em inglês


Os 120 Dias de Sodoma (Marquês de Sade)

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“Convenceram-me de que apenas o vício podia inspirar no homem essa vibração moral e física, fonte das mais deliciosas volúpias; a ele me entrego. Plenamente convencido de que a existência do criador é um absurdo revoltante no qual nem mesmo as crianças acreditam mais, desde cedo me coloquei acima das quimeras da religião. […] Recebi essas inclinações da natureza e irritá-la-ia se a elas resistisse; se ela as fez malévolas, é porque se tornaram necessárias a seus desígnios. Sou apenas uma máquina em suas mãos, que ela move a seu bel-prazer e não há crime meu que não lhe sirva; quanto mais os inspira em mim, mais ela precisa deles: eu seria um tolo, caso lhe resistisse.”

 

Leia aqui a obra completa, em francês.


Northanger Abbey (Jane Austen)

il_570xn-346758559“Ninguém que tenha visto Catherine Morland em sua infância poderia supor que ela tivesse nascido para ser uma heroína. Sua situação na vida, o caráter de seu pai e de sua mãe, sua própria pessoa e seu ânimo, tudo se mostrava igualmente contra ela. Seu pai, um clérigo, não era desafortunado ou pobre – um homem muito respeitável, embora seu nome fosse Richard, e nunca fora bonito. Tinha uma considerável autonomia, além de dois salários; e nem de longe era dado a trancafiar suas filhas. Sua mãe, dona de um apropriado senso comum, tinha bom temperamento e – o que era mais notável – uma boa constituição. Teve três filhos antes de Catherine nascer. E, ao invés de morrer ao trazer esta última ao mundo, como seria de se esperar, ela ainda viveu – viveu para ter mais outros seis filhos e vê-los crescer ao seu redor, enquanto gozava de excelente saúde.”

Leia aqui o romance completo, em inglês


Dois romances de Nico Horta (Cornélio Penna)

110743_537“Ela viera da mesma fazenda onde seu pai [o pai de Nico] nascera, e onde se tinham sepultado, lentamente, todas as recordações de sua infância inocente. Havia naqueles olhos, onde rondava uma antiga angústia, a mesma afinidade escondida, o mesmo pedido latente de explicações que ele sempre vira no olhar de seu pai, reprimido e oculto sob aparente hostilidade.”

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