A manifestação do fantástico em Frankenstein de Mary Shelley (Alessandro Yuri Alegrette)

frankenstein

“Partindo da premissa de que o romance de Mary Shelley possa estar enquadrado em mais de uma modalidade literária, proponho sua inserção dentro de outro gênero de literatura: o fantástico. Tal proposição encontra subsídio teórico na interpretação dada pela pesquisadora inglesa Nora Crook, que defende a idéia de que a obra produz uma sensação de hesitação no leitor, uma vez que oscila em ser uma ocorrência do “maravilhoso científico”, ou uma narrativa que reproduz “uma ilusão paranóica”. Segundo ela, isso tornaria o romance um exemplo do que o teórico russo Tzvetan Todorov definiu como “fantástico puro”. Além de Crook, o especialista inglês David Punter, e a pesquisadora norte-americana Maggie Kilgour em seus comentários sobre a obra, também apontam a presença de várias contradições em seu discurso. Portanto, dentro da discussão sobre o tema, pretendo elucidar quais seriam essas contradições, e de que forma elas contribuíram para que essa narrativa, também possa ser inserida dentro da literatura fantástica.”

Leia aqui o ensaio completo.

(*) Esse ensaio foi publicado originalmente nos Anais do I Colóquio “Vertentes do Fantástico na Literatura”. Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.

Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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