Vampiros: algumas faces do monstro em narrativas brasileiras (Maurício Cesar Menon)

original“O vampiro, ao que tudo indica, configura-se como um ser atemporal, seja ocupando as crenças de determinadas sociedades, seja apresentando-se como personagem na literatura, na TV, no cinema, nos quadrinhos, nos jogos etc. Da sua concepção arcaica até as modernas figurações, ele sofreu (e ainda sofre) inúmeras metamorfoses; cada cultura apresenta-o sob formatos diferentes, afirmando ou negando valores de épocas distintas, reinterpretando o mito de diversas formas. Neste trabalho, analisam-se algumas incursões do vampiro pela literatura brasileira, mais precisamente entre 1849 (ano da publicação de Otávio e Branca ou a Maldição Materna – de João Cardoso de Menezes e Souza) e 1908 (ano da publicação de Esfinge – de Coelho Neto). Procura-se, com isso, evidenciar quais foram as faces que a literatura brasileira emprestou a esse mito e perceber se a sua presença em território nacional, de meados do século XIX ao alvorecer do século XX, firmou-se ou se apenas constituiu algo passageiro.”

Leia aqui o ensaio completo.

(*) Esse ensaio foi publicado originalmente no Anuário de Literatura (UFSC), v. 2, n.2 (2011). Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.

Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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