Elipses do medo em “A menina morta”, de Cornélio Penna (Luiz Eduardo da Silva Andrade)

Resultado de imagem para a menina morta cornelio penna“A visão de mundo, em cada período histórico, pode ser determinada pelas figuras geométricas que foram privilegiadas na época (…). Ao transportarmos essa ideia para a escrita de Cornélio Penna (1896-1958) em A menina morta (1954), nasce um problema que é a compreensão das metáforas, entremeadas à forma como o romance é dimensionado, tanto no aspecto espacial quanto narrativo. Este último nos interessa especialmente, uma vez que buscamos compreender como a narrativa é delineada a partir dos movimentos das personagens na ação de uma sobre a outra, impulsionando-as à reação, à busca, à descoberta. Entendemos que o medo seria um operador narrativo do deslocamento das personagens durante a história.”

Leia o ensaio completo aqui.

(*)Esse ensaio foi publicado originalmente no livro De Monstros e Maldades, publicado pela Editora Appris. Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.

Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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