O mal na literatura medieval: o exemplo do estudante e incontinente (Daniel Padilha Pacheco da Costa)

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VILLON, 1489 apud COSTA, D. P P. Testamento do Vilão – Invenção e recepção da poesia atribuída a François Villon.

“Este artigo discute a representação do mal na literatura medieval a partir do exemplo do estudante incontinente, em particular, da personagem do célebre malfeitor François Villon. Para isso, procuramos decifrar a enigmática conclusão do seu primeiro poema longo, o Lais, cuja descrição metalinguística da perda de consciência pelo louco amante oferece uma explicação escolástica para a sua perturbação mental. Essa explicação permite a Villon justificar a fuga de Paris por meio da sua incontinência que, como sempre acontece na lírica cortês da época, é amorosa e moral ao mesmo tempo.”

 

Leia o ensaio completo aqui.

 

(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na Revista Aletria, v. 27, n. 1.  Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.

Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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