“Eu adoro o horror”: abjeção e testemunho no conto “O bebê de tarlatana rosa”, de João do Rio (João Paulo Ayub)

000727_g“Para João do Rio, ‘a alma da rua só é inteiramente sensível a horas tardias’. O artigo trabalha a relação entre a linguagem, o testemunho e abjeção no conto ‘O bebê de tarlatana rosa’. Na análise do conto, a Rua e o Carnaval surgem enquanto dimensão existencial e espaço privilegiado de manifestação de aspectos fundamentais da dinâmica da vida do indivíduo e da coletividade.”

Leia o ensaio completo

(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na Revisa Gragoatá, v. 21, n. 41 . Republicamos aqui, com autorização da própria autora, com fins puramente acadêmicos.

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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