O imaginário do cadáver em decomposição: das danças macabras ao “roman-charogne” (Juliana Schmitt)

“A imagem do cadáver humano em seus processos de 66ca237da6c114a044a5cd22939c0019decomposição post-mortem se tornou parte das manifestações culturais e artísticas no Ocidente a partir do surgimento dos temas macabros na Baixa Idade Média, em especial nas ‘Danças Macabras’, entre outros. Verdadeira obsessão medieval, o corpo em putrefação reapareceria como objeto estético na literatura de horror do Romantismo, que se convencionou denominar ‘gótica’. Dentre essa produção, destaca-se o chamado ‘roman-charogne’, gênero que abusava da referência macabra, explorando as características do cadáver decomposto de maneira sem antecedentes. O artigo busca levantar esses exemplares e problematizar a presença do morto putrefato neles, que responderia a demandas específicas de suas épocas.”

Leia o ensaio completo

(*)Esse ensaio foi publicado originalmente na revista Ilha do Desterro – Revista de língua inglesa, literaturas em inglês e estudos culturais, v. 68, n. 3. Republicamos aqui, com autorização da própria autora, com fins puramente acadêmicos.

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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