Vertentes do insólito na ficção brasileira: de Álvares de Azevedo à retomada do Gótico com Flavio Carneiro (Maria Cristina Batalha)

mascara“Nosso propósito é o de apreciar alguns exemplos da literatura fantástica, em sua versão brasileira, percebida como uma produção cultural de resistência à estética realista, tomada como canônica, durante um largo período da nossa vida literária. Veremos os exemplos de Álvares de Azevedo que, em 1855, inaugura uma estética da incerteza na ficção brasileira, Nestor Vítor, precursor de um fantástico expressionista de modelo kafkiano, os contos de Murilo Rubião, publicados a partir de 1947 e a obra de José J. Veiga, cuja obra aparece nos manuais de literatura relacionado à prosa política, chegando a alguns exemplos da prosa fantástica contemporânea.”

Leia o ensaio completo

(*) Esse ensaio foi publicado originalmente nos Anais do XII Congresso Internacional da ABRALIC. Republicamos aqui, com autorização da própria autora, com fins puramente acadêmicos.

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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