Pesadelos dionisíacos: natureza, sexo e medo na literatura brasileira (Julio França e Daniel Augusto P. Silva)

Peter_Paul_Rubens_-_Two_Satyrs_-_WGA20303“O ensaio tem como objetivo investigar as relações entre natureza, sexo e medo na literatura. Inicialmente, propõe-se uma reflexão crítica sobre o tema, a partir dos trabalhos do Marquês de Sade, de Sigmund Freud, de Georges Bataille e de Camille Paglia. Procurou-se mostrar como o sexo pode ser tomado como a manifestação primordial das forças naturais no homem, sendo exatamente o ponto de contato da humanidade com seu lado mais dionisíaco, primitivo e, diversas vezes, perverso. Na modernidade, essa potência cruel do sexo foi frequentemente entendida como uma ameaça à razão e à organização social. Para ilustrar como a imbricação entre natureza humana, sexualidade e horror vem se tornando um topos da ficção ocidental, tomaram-se quatro narrativas ficcionais brasileiras: Noite na taverna (1855), de Álvares de Azevedo, “Noivados trágicos” (1898), de Medeiros e Albuquerque, “Dentro da noite” (1910), de João do Rio, e “O espelho” (1938) de Gastão Cruls.”

Leia aqui o ensaio completo

(*) Esse ensaio foi publicado originalmente na Revista Círculo de Giz, nº 1, 2015. Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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