Lugar Nenhum (Neil Gaiman)

20120814-195053“Richard não parou para pensar em momento algum. Ele não tinha nenhum controle sobre aquilo. Em algum lugar, na parte sensata de seu cérebro, alguém – um Richard Mayhew normal e sensato – dizia-lhe o quanto estava sendo ridículo; que deveria apenas ter chamado a polícia, ou uma ambulância; que era perigoso levantar uma pessoa ferida; que ele tinha irritado Jessica de verdade; que ele teria que dormir no sofá aquela noite; que ele estava arruinando seu único terno decente; que a menina cheirava muito mal… Mas Richard apenas colocava um pé à frente do outro e, com cãibra nos braços e dores nas costas, ignorando os olhares das outras pessoas, continuava a andar. Depois de certo tempo, já tinha chegado ao andar térreo de seu prédio. Subiu a escada e estava à porta de seu apartamento, quando se deu conta de que havia deixado as chaves na mesa da sala, lá dentro…”

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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