As rosas (Júlia Lopes de Almeida)

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“Sabe o que me respondeu, a tudo?! Que amava ainda o outro!
Cego de raiva, matei-a! ah! Matei-a e não me arrependo. Antes morta por um pai
honrado do que batida por um cão qualquer… Depois de morta… achei-a linda,
linda! mas coitadinha! vinha miserável, quase nua… tive pena, e, para fazê-la
parecer bem a Nossa Senhora, vesti-a de rosas!…”

Leia aqui o conto completo

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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