Sobre a água (Guy de Maupassant)

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“Eu alugara, no último verão, uma pequena chácara às margens do Sena, a muitas léguas de Paris, e eu ia dormir lá todas as noites. Conheci, depois de alguns dias, um de meus vizinhos, um homem de trinta a quarenta anos, que era bem o tipo mais curioso que eu jamais vira. Era um velho barqueiro, mas um barqueiro fanático, sempre perto da água, sempre sobre a água, sempre dentro da água. Ele deveria ter nascido em um barco, e ele morrerá bem certamente na embarcação final.

Uma noite em que andávamos às margens do Sena, eu lhe pedi que me contasse algumas anedotas de sua vida náutica. Imediatamente então meu companheiro se anima, se transfigura, torna-se eloquente, quase poeta. Ele tinha no coração uma grande paixão, uma paixão devoradora, irresistível: o rio.”

Leia aqui o conto completo, em francês

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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