Os mortos-vivos existem! O medo dos morféticos na literatura fantástica (Alexander Meireles da Silva)

Dark Zombie Girl“Este trabalho tem como objetivo principal discutir a construção do personagem do leproso enquanto agente do medo na literatura europeia e brasileira no século dezenove e vinte a partir do tema da abjeção e da intersticialidade, conforme propostos respectivamente por Julia Kristeva e Mary Douglas. Especificamente, esta análise também problematizará como o uso do tema da lepra, por escritores brasileiros do século vinte, vinculados a corrente regionalista, dialoga com a tradição inglesa do gótico colonial, estabelecendo neste processo uma leitura colonialista do sertão como lócus do insólito.”

Leia o ensaio completo

(*) Esse ensaio foi publicado originalmente no livro As arquiteturas do medo e o insólito ficcional. Republicamos aqui, com autorização do próprio autor, com fins puramente acadêmicos.

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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