A Questão Cosmogônica em “Frankenstein” de Mary Shelley (Lilian Cristina Corrêa)

“O interesse pela origem da vida sempre foi um fator intrigante em toda a história da humanidade, ora em simples forma de curiosidade diante do enigma da existência, ora de maneira mais concreta, através de experiências e tentativas de criação. De fato, tal sede de sabedoria faz sentido em vista dos conhecimentos científicos e literários, baseados em descobertas. Assim, percebe-se que o homem sempre buscou novas formas de criar vida, ou mesmo de aprimorá-la.

Nesse contexto, Mary Shelley apresenta Frankenstein ou O Prometeu Moderno, narrando a trajetória de um jovem que descobre o segredo da criação da vida a partir da matéria inanimada, criando um ser que, mais tarde, jura-lhe vingança e, ao mesmo tempo, provoca no leitor um certo encantamento ao deparar com o mosaico que constitui a narrativa.”

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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