Os Salgueiros (Algernon Blackwood)

“E, contudo, o medo que sentia não era um simples medo de fantasmas. Era infinitamente maior e mais estranho, parecendo surgir de um senso de terror ancestral, muito mais perturbador do que qualquer outro temor que jamais tivera, mesmo em sonhos. Havíamos feito um “desvio”, como o Sueco dissera, e caímos numa região de enormes riscos, embora desconhecidos; uma região onde as fronteiras de um mundo misterioso algernon_blackwood_s_the_willows_by_mgkellermeyer-d6uh2kcestavam muito próximas. Um ponto dominado por habitantes do espaço, uma espécie de visor por onde eles espionavam a terra, às escondidas, um ponto em que era tênue a linha divisória entre os dois mundos. Se ficássemos por muito tempo mais, seríamos arrastados através da fronteira e privados daquilo que chamamos “nossa vida”, ainda que por um  processo mental e não-físico. Nesse sentido, seríamos, como ele dizia, as vítimas de nossa aventura  — as vítimas do sacrifício.”

Leia aqui o conto completo, em inglês

Anúncios

Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

Uma resposta para “Os Salgueiros (Algernon Blackwood)

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: