O poço e o pêndulo (Edgar Allan Poe)

“Talvez se houvesse passado uma meia hora, ou mesmo uma hora – pois só podia medir o tempo imperfeitamente –, quando ergui de novo os olhos para o forro. O que vi, então, encheu-me de confusão e de espanto. O balanço do pêndulo tinha aumentado de quase uma jarda de extensão. Como consequência natural, sua velocidade era, também, muito maior. Mas o que sobretudo me perturbou foi a ideia de que ele havia perceptivelmente descido. Observava agora – com que horror é desnecessário dizer – que sua extremidade inferior era formada por um crescente de aço cintilante, tendo cerca de trinta centímetros de comprimento, de ponta a ponta; as pontas voltavam-se para cima e borda de baixo era navalha, também, parecida pesado e maciço, estendendo para cima, a partir do corte, numa sólida e larga configuração. Estava justado a uma pesada haste de bronze e o conjunto assobiava ao balançar-se no ar.”

Leia aqui o conto completo, em inglês

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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