Os limites do medo em “A menina morta”, de Cornélio Penna (Luiz Eduardo da Silva Andrade)

“A proposta deste texto é analisar as representações do medo em A menina mortadeadgirl (1954), almejando uma reflexão crítica e histórico-social direcionada a ponderar os reflexos desse sentimento na formação cultural brasileira. Aproximamos o medo à concepção de ‘horror artístico’ de Noël Carroll (1999), de modo que no romance de Cornélio Penna (1896-1958) ele teria sentido estético, funcionando como operador narrativo que impulsiona a história, sendo capaz de sustentar a tensão do enredo e engendrar as diversas formas de poder na trama. A obra é envolta em sombras que fortalecem o clima de mistério na fazenda do Grotão. Há um movimento de claro-escuro na construção da narrativa, que se estende à ambientação dos espaços físicos e psicológicos.”

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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