Mulher-feiticeira, o duplo e outros mitos em “Eu, Tituba, feiticeira… Negra de Salem”, de Maryse Condé (Lilian Cristina Corrêa))

“A imagem da mulher como feiticeira parece estar presente há muito na história da humanidade, como se tal imagem representasse seu duplo: de conhecedora de segredos da natureza a entidade demoníaca, tal figura feminina sempre sofreu conseqüências por ser “diferente”, por ameaçar as esferas do ser, do poder e do saber e, acima de tudo, por intimidar ou questionar o ponto de vista religioso. O presente trabalho propõe apresentar tais questões através da personagem Tituba, protagonista do romance Eu, Tituba, Feiticeira… Negra de Salem, de Maryse Condé, e suas relações não somente com a imagem da feiticeira, mas também com suas possíveis releituras intertextuais com figuras mitológicas.”

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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