Eu, Tituba, feiticeira… Negra de Salem (Maryse Condé)

“Abena, minha mãe, foi violentada por um marinheiro inglês na ponte do Christ the King, num dsouth-africa-khoikhoi-grangeria de 16**, quando o navio velejava rumo a Barbados. Foi dessa agressão que nasci. Desse ato de ódio e desprezo. (…) Minha mãe chorou por eu não ser menino Achava que a sorte das mulheres era ainda mais dolorosa que a dos homens. Para se libertarem de sua condição, não tinham elas que passar pelas vontades daqueles mesmos, que as mantinham na servidão e dormir em suas camas? Yao, ao contrário, ficou contente. (…) Foi ele quem me deu meu nome: Tituba. Ti-Tu-Ba. Não é um nome ashanti. Sem dúvida, ao inventá-lo, Yao quis provar que eu era filha de sua vontade e de sua imaginação. Filha de seu amor.”

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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