Envolvendo o leitor: os vínculos empáticos na literatura do medo (Pedro Sasse)

ss_7452601e8619d1b21dee913c70f5815e9b12cad4.600x338“Quando alguém ouve uma notícia sobre a morte de alguém com quem não tem afinidade, dificilmente se comove. Contudo, ao se deparar com a morte de um personagem ficcional, em muitas das vezes, emociona-se. Como é possível que uma construção ficcional tenha o poder de suscitar emoções tão fortes, mesmo quando o leitor sabe que tudo não passa de uma invenção? Refletindo sobre essa questão o trabalho visa analisar os vínculos empáticos, sua formação e função, e como estes são parte fundamental nos processos construtivos das emoções ficcionais. Para isso, tomará como objeto dois contos de João do Rio: ‘O fim de Arsênio Godard‘, que conta a história de um prisioneiro de guerra, e da peculiar forma escolhida para torturá-lo; e ‘O bebê de tarlatana rosa‘, que mostra uma inusitada noite de carnaval, na qual um rapaz entrega-se a uma paixão cujo desfecho é surpreendente.”

Leia o ensaio completo

Anúncios

Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: