O detalhe como ornatus e o medo do outro em “O coração denunciador”, de Allan Poe (Paula Lima)

“Aqui, como em outros de seus contos, logo no primeiro parágrafo já se sabe que algo quase inacreditável aconteceu. Não há qualquer razão objetiva para a ideia fixa que se forma na mente do narrador – a de matar seu vizinho idoso – a não ser o pálido olho azul do homem velho, doente de catarata. O olho, nesse caso, é fragmento e é detalhe. Não se trata, porém, de um recorte neutro na imagem do vizinho, já que é esse fragmento que dá início ao desejo de tirar a vida do ‘velho abutre’.”

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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