Ann Radcliffe e o romance gótico do século XVIII (Daniel Serravalle de Sá)

“(…) Se aceitarmos que há uma ligação entre literatura e sociedade, podemos pensar que o romance gótico – com seus castelos e igrejas medievais, ambientações em países distantes e católicos, donzelas em perigo e vilões maquiavélicos – havia se tornado um produto literário obsoleto, demasiadamente extravagante, passível de ‘formularização’ e criticável em função de uma literatura vitoriana de aspectos mais referenciais e contemporâneos. Ainda que esse modelo de romance gótico tenha se tornado lugar-comum, isso não quer dizer o gótico desaparece por completo, seus elementos se transformam e ele reaparece no século XIX na forma de mansões mal-assombradas, cientistas loucos, burgueses viciados em ópio, medo de contrair sífilis, na representação labiríntica de uma Londres enevoada, repleta de becos sujos e escuros. (…)”

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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