O Castelo de Otranto (Horace Walpole)

“(…) O horror da visão, a ignorância de todos ao redor quanto às circunstâncias em que ocorrera aquela dsc02000desgraça e, acima de tudo, o tremendo fenômeno à sua frente, suprimiram a voz do príncipe. Assim mesmo seu silêncio durou mais tempo do que a dor faria prever. Fixou os olhos naquilo que inutilmente desejava não passasse de mera visão; e parecia menos atento à sua perda, do que ensimesmado no estupendo objeto que a havia provocado. Tocou, examinou o elmo fatal; nem mesmo as remanescentes partes misturadas, que ainda sangravam, do jovem príncipe podiam desviar os olhos de Manfredo do prodígio à sua frente. (…)”

Leia aqui o romance completo, em inglês

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

7 respostas para “O Castelo de Otranto (Horace Walpole)

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