O satanás de Iglawaburg (Adelpho Monjardim)

lucifer-rising“(…) Confesso, que sem ser medroso, naquela noite tive medo do diabo, ente que eu cria só para assustar crianças. Em tropel galgamos, os quatro, a escadaria de pedra que dava acesso ao último compartimento do torreão. O quarto estava aberto e fracamente iluminado por um lampião de querosene, colocado sobre uns caixotes. Reinava grande desordem naquele depósito de velharia impres­táveis. A janela estava aberta. Entramos no aposento. De Radeck nem sinal. Deparei com a tela de Satanás. Diante da realidade era bem apagada a descrição feita por Nicoláo. O Satanás que ali estava era o verdadeiro rei do Averno com toda a sua hediondez; meio corpo nu, ligeiramente encurvado, mãos crispadas e garras aduncas. E que olhar temeroso! Olhei para Nicoláo. Mortalmente páli­do, o seu corpo tremia. – Radeck! Radeck! Como louco se pôs a gritar. (…)”

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Sobre William Wilson

"Eu descendo de uma raça que se distinguiu, em todos os tempos, por um temperamento criativo e facilmente irritável; e que, desde a minha infância, provou que eu herdara por completo o caráter de minha família." Ver todos os artigos de William Wilson

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